terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Daniele Suzuki:
‘Sinto muita vontade de fazer a diferença aqui no planeta’
Por Leo Dias
 A atriz, que começou a fazer o bem distribuindo brinquedos para crianças carentes quando interpretava a Miuki de ‘Malhação’, doa cestas básicas para famílias pobres da Cidade de Deus, além de filtros de água para a população de comunidades de baixa renda espalhadas pelo país.
 Não à toa, ela foi escolhida para ser embaixadora do Waves of Water, que leva filtros para quem não tem água potável para beber.
 Em conversa com a coluna, ela diz que tudo o que faz pelo próximo é um dever como cidadã e pessoa pública. 

 Como você descobriu o Waves for Water? 
 Eu descobri na verdade quando rolou aquela campanha da Ela (esclerose lateral amiotrófica) em que todo mundo começou a jogar o balde de água fria na cabeça. Recebi o desafio de vários atores e tinha me posicionado que eu não ia fazer porque eu ajudava várias outras campanhas. Eu não estava me posicionando contra a doença ou contra a pesquisa da doença, mas achava que tinham outras coisas importantes que estavam acontecendo e que eu não concordava em jogar o balde de água porque desperdiçava muita água. Me posicionei no Instagram dizendo que tinham outras campanhas relacionadas a água e citei o Waves for Water e outras que fazem o tratamento da água para torná-la potável. O Jon Rose, que é o cara que criou o Waves for Water viu que a minha postagem tinha repercutido na imprensa e entrou em contato comigo dizendo que já fazia algumas campanhas aqui no Brasil e que se eu quisesse estar no próximo projeto dele aqui no Brasil seria um prazer. Expliquei a ele que eu gostaria sim e que já tinha uma ação que eu fazia todo ano na Cidade de Deus, entregando comida para os moradores da comunidade no Natal e que, se pudesse, naquele ano a gente poderia estar transformando em água. Eu mesma fiquei duas semanas sem água na minha casa, numa época em que já estavam cortando a água em São Paulo. Nossa primeira ação aqui foi no início de janeiro. Fizemos a distribuição de 200 filtros d’água na comunidade de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias. Distribuímos água limpa para 20 mil pessoas. Depois a gente fez na Cidade de Deus. Depois em São Paulo. Eu virei a embaixadora do Waves for Water aqui no Brasil. 

 Você falou que ficou duas semanas sem água. Como é que foi para se virar?
 Ah, horrível! Eu usava alguma água da piscina para jogar nos vasos e ficava tomando banho de garrafa d’água. Comprava garrafa d’água para cozinhar. Fiquei pensando que eu tinha dinheiro para ficar comprando garrafa de água para tomar banho… Mas e as pessoas que não tem? Percebi que, para lavar a cabeça, eu precisava de duas garrafas grandes de água. Enxaguava usando o mínimo de água possível. Vi que a caixa de água que eu tenho na minha casa é muito pequena. Duas descargas que eu dava acabava com a água da minha caixa… Então eu vi como era importante! Agora estou em obra aqui na minha casa fazendo uma enorme cisterna. A gente vai ficando realmente sem água e futuramente estaremos sem água. Comecei a perceber que o problema da água não era só no meu país, era um problema do mundo. Depois que eu comecei a participar da campanha eu vi que a doença que mais mata no mundo é a diarreia por conta da falta de água potável. A cada três minutos morre uma criança no mundo por falta de água potável. Vi que o problema era gigante no mundo inteiro. O Waves for Water tem um filtro que custa US$ 50 e esse filtro dá para atender cem pessoas por dia durante cinco anos. É um filtro pequenininho que cabe na palma da minha mão, mas limpa três milhões de litros de água! E a água é um direito de todos, né? 

 E como é que funciona esse filtro? 
 Esse filtro é instalado ou num balde que você pode jogar a água dentro desse balde e aí ele filtra vírus e bactérias. É para ser usado de forma coletiva. A gente não entrega um filtro por casa. Entregamos por grupo de família, já que um filtro é capaz de atender a cem pessoas. Com isso, as pessoas aprendem a viver de forma coletiva. Se ela não dividir a água e o vizinho ficar doente, ele vai contaminar ela também. É importante que todos estejam tendo acesso a essa água. 

 Você sempre foi uma pessoa engajada?
 Porque você já distribuiu comida na Cidade de Deus, como é que começou isso na sua vida de olha para o próximo? 
 Na verdade, começou no meu primeiro ano de ‘Malhação’. A Miuki era uma febre e eu percebi ali a quantidade de pessoas que eu atingia. Percebi que eu poderia fazer alguma coisa para ajudar e eu tinha facilidade de chegar em pessoas que pudessem doar. Naquele meu primeiro ano de ‘Malhação’, eu reuni todo o elenco e organizei com eles uma ação no shopping para trocar autógrafos por brinquedo em um shopping. Foi ali que tudo começou. Fiz isso em vários shoppings. Levava quinze atores e organizava todo mundo em mesinhas trocando autógrafos por brinquedos. No primeiro ano, a gente arrecadou 20 mil brinquedos que distribuí em orfanatos. Muitos amigos depositavam dinheiro na minha conta e eu ia lá na Cidade de Deus para distribuir comida. Fiz trabalho de mão em mão. 

 Quantas você chegou a distribuir? 
 No último ano, foram 3,5 mil famílias. Cada família com oito a dez pessoas. Os atores que têm grana ajudam mesmo, sabe? Eles depositam R$ 5 mil, R$ 10 mil na minha conta… A gente consegue um dinheiro bom para comprar cesta básica. Teve um ano que não fiz porque estava atolada de tanto trabalho, mas dei o filtro. A própria Waves for Water me deu na primeira campanha 200 filtros e a gente distribuiu 100 no Jardim Gramacho e 100 na Cidade de Deus. Na verdade, a gente ia levar os 200 para a Cidade de Deus, mas naquele dia a comunidade estava sendo invadida pelo Bope e a gente não conseguiu. 

 Você já passou por alguma situação difícil, em alguma comunidade que você foi visitar? 
 A primeira vez que a gente entrou no Jardim Gramacho foi bem difícil. As pessoas vieram para cima violentas, ficaram receosas perguntando o que eles teriam que dar ou fazer em troca dos filtros. A gente dizia que a única coisa que pedimos em troca é que vocês usem e entendam a importância do filtro. Eles diziam que não queriam filtro algum, que queriam água. Então a gente explicou que eles podem armazenar água da chuva e depois filtrar com esses filtros. A gente explicou noções de higiene… Dissemos que elas tem que lavar suas garrafas para poder encher as garrafas com a água filtrada… A gente conversa separadamente com os líderes das comunidades. A gente faz a capacitação desses líderes primeiro, explica para eles como funciona o filtro e como é a manutenção desse filtro para ele não quebrar… A gente prepara essas dez pessoas deixa todos os filtros com eles, vai até comunidade com alguns filtros para mostrar como funciona e instalar e a gente bebe da água para mostrar que ela está pronta para o consumo. 

 Como você vê o desastre de Mariana, em Minas Gerais? 
 A cidade está com muito problema de água. O Waves for Water fez testes na água antes de levar os filtros e viram que a água está com muita química. Eles queriam ver qual era o produto químico para desenvolver um filtro específico para essa água. Só que eles viram que a água de Minas Gerais está praticamente com a tabela periódica inteira! Não existe filtro no mundo que possa filtrar essa água deles agora. Eles estão com falta de água mesmo. Estamos em busca de doações para ceder as caixas de água e a Sanmarco se prontificou a dar as caixas de água de 20 mil litros. A Prefeitura está levando caminhões pipa com água de poço e água da distribuidora de água de lá. A gente está instalando os filtros. 

 O que a ong precisa? 
 De doações. As pessoas podem entrar no site do Waves for Water (www.wavesforwater.com.br) e já podem doar direto. Eles fazem ações por locais. No caso de Minas Gerais, as pessoas vão doando de diversas maneiras para comprarmos as caixas, cisternas e levar os filtros para lá. 

 Você economiza água na sua casa? Mudei bastante. Hoje eu tenho mais 
consciência. Quando eu vou escovar os dentes eu fecho a torneira. Sempre falo com o (filho) Kauai para não deixar o chuveiro ligado porque está gastando a água do planeta. Lá em casa, as plantas são regadas com água do poço. 

 Qual é o seu pagamento com isso?
 Eu sinto isso como uma obrigação, até por ser uma pessoa pública. É um dever meu, principalmente a questão da água. Todo ser humano tem direito a ter qualidade de vida, a ter conforto, comida e água dentro de casa. Minha preocupação maior são com as crianças, que são as que sofrem mais com isso tudo. Faço isso porque eu me sinto bem em fazer. Fico feliz quando eu retorno a um lugar desses e vejo uma casinha sem nada, humilde, com o balde da Waves for Water limpinho com o filtro com um paninho tampando com cuidado. Vejo na própria Cidade de Deus, onde eu levo comida, que as pessoas comem sopa de papel. Eles não têm o que comer e boa parte das casas são de papelão. Quando chove eles perdem tudo. Às vezes ficam dois meses sem comida. Hoje eu sinto muita vontade de fazer a diferença aqui no planeta.

FONTE/ODIA
Um Peixe Fora D'Água? 
Que nada! 
Em São Paulo há setes meses, o carioca Duda Nagle aproveita o descanso da novela Cúmplices de um Resgate, do SBT, para cozinhar, sair com os amigos e curtir o melhor que a cidade tem para oferecer
 Por Tainá Goulart 
 Andando entre uma esquina e outra da Vila Madalena, um dos bairros mais boêmios de São Paulo, Duda Nagle, 32 anos, está sempre atento. 
Morador da região há cerca de sete meses, o ator aproveita as folgas das gravações da novela infantil Cúmplices de um Resgate (SBT), na qual interpreta o protagonista Otávio, para listar os novos lugares que quer conhecer. 
“Tenho a mania de andar bastante pela Vila e guardar os nomes dos vários locais que me chamam atenção.
 Mas nunca tenho tempo, é uma rotina corrida, com gravação quase todos os dias. 
Quando rola um descanso, eu faço um esforço. 
Como não se animar em visitar um lugar que tem um pirarucu enorme desses?”, diz referindo-se ao peixe de 60 quilos, que havia acabado de ser colocado no balcão da Peixaria Bar e Venda. 
 Duda, que já conhecia o peixe típico da região do Amazonas, conta que adora cozinhar.
 “Aqui em São Paulo, eu tento fazer coisas práticas por causa da rotina. 
Mas, na hora do jantar, prefiro criar algo mais elaborado.
 Vivo comendo peixes em casa e, com certeza, devo ter duas bandejas de pirarucu no meu freezer. 
Eu fui para o Festival de Parintins em Manaus, este ano, e lá eles me receberam com um churrasco de pirarucu. 
Nunca tinha provado, só sabia que era um peixe típico da região.
 A partir daí, eu aprendi a fazer algumas receitas com o pirarucu”, conta. 
 MÃE CORUJA 
Duda também gosta de criar receitas ao lado dos amigos e da mãe, a jornalista Leda Nagle, 65. 
“A gente sempre gostou de cozinha saudável, ela separava alguns livros para eu ler sobre o assunto e aprovou todos os pratos que já fiz. 
Minha mãe veio duas vezes aqui e, claro, reclamou da bagunça.
 Ela é supercoruja, fez um drama quando eu me mudei pra cá! Mas entendo, é coisa de mãe (risos)!”
 Apesar de ser um pouco caseiro, o ator não deixa de sair com os amigos cariocas na terra da garoa. 
“Parece piada, mas encontro mais os meus amigos do Rio em São Paulo do que lá. 
E eles adoram me zoar! Quando falei que estava treinando, eles riram da minha cara, pois no ‘carioquês’, a gente fala malhar. 
Me perguntaram se eu iria competir, pois estava treinando!”, diverte-se. 

 BOM PARTIDO 
O gosto pela vida saudável, com uma boa alimentação e uma rotina de exercícios, começou quando Duda tinha 15 anos. 
“É a idade da paquera, então, você fica encanado em algumas coisas. 
Já fiz vários esportes, mas atualmente corro bastante e faço academia. 
Fui há pouco tempo correr no Parque Ibirapuera e achei o lugar incrível.”
 Solteiro, o ator brinca que se exercitar hoje não tem nada a ver com estar em busca de um relacionamento.
 “Esse conceito de príncipe encantado mudou. 
Hoje, acho que as mulheres buscam um cara que tenha valores. 
Me identifico com isso, talvez eu seja um bom partido (risos)!
 Mas, agora, estou com foco total no trabalho, aproveitando ao máximo essa oportunidade que me deram.
 Se aparecer alguém interessante, é bem-vindo. 
Estou sempre em busca, porém, não é uma prioridade na minha vida neste momento.”

FONTE/CONTIGO
Bye-bye, rainha! 
Após se despedir de Nefertari, de Os Dez Mandamentos, Camila Rodrigues revela que o casamento trouxe a tão sonhada paz e que não vê a hora de engravidar
Por Ligia Andrade 
 Sombra, sol e água fresca. É tudo o que Camila Rodrigues, 32 anos, quer depois do sucesso da novela bíblica Os Dez Mandamentos, da Record, que chegou ao fim em novembro. 
A intérprete da rainha do Egito Nefertari tirou dez dias de férias para descansar nas areias do Nordeste ao lado do marido, o empresário Roberto Costa, 34. 
"Meu lema é não fazer nada. Quero comer muitos frutos do mar", revela a atriz na cidade cenográfica do folhetim, no Rio. 
Camila terminou o trabalho com a sensação de dever cumprido. 
"Não só a sensação, mas pelo resultado.
 Agradeço a Deus todos os dias por este ano maravilhoso", reconhece.
 Da personagem, ela pretende ficar com um colar de recordação. 
"Estou namorando um para emoldurar. 
Se pudesse, pegaria tudo, acho as roupas fabulosas." 
A atriz passou máquina quatro nas longas madeixas para dar vida a Nefertari.
 O resultado agradou. "Adorei o cabelo curto, é prático, não tenho apego, só nunca teria feito isso", confessa.
 Agora, quer deixar os fios crescerem naturalmente. 
"Eu me senti mais nua no início, foi engraçado. 
Particularmente, não gosto de megahair, acaba com meu cabelo. 
É claro que, se precisar colocar para uma personagem, como precisei raspar, tudo bem."
 Na verdade, quem sente falta do visual antigo é o maridão. 
"Beto gostou do meu cabelo curto, mas sente falta, fala:
 'Ah, amor, deixa o cabelo crescer...'
 Ele tem o próprio gosto, o bom é que há várias mulheres em uma só", brinca. 
A atriz avalia a mudança até em sua postura. 
"Fiquei mais empinada". Perder ou não a sensualidade não chegou a ser uma preocupação. 
"A idade traz maturidade. Eu me senti superbem de cabelo curto.
 A sensualidade está em quem você é, não no fato de ter bunda durinha, cabelo... 
Nossa preocupação muda, isso passa. 
Mas claro que tenho de me cuidar. Sou vaidosa, sim." 
 ENFIM, A PAZ 
Há três anos com Roberto, Camila garante que o segundo matrimônio - ela já foi casada com o ator Bruno Gagliasso, 33 - só trouxe mudanças positivas para sua vida. 
"Principalmente na questão de olhar para o mesmo lugar. 
Sempre fui inquieta, ansiosa, queria fazer tudo ao mesmo tempo, não fazia nada para alcançar meu objetivo ou não priorizava", conta. 
A história de amor entre a atriz e o empresário começou pelo Facebook. 
"Ele morava perto de Porto Alegre e fomos a uma partida de tênis no Rio, foi bem legal.
 À noite, fomos para um barzinho com amigos e seguimos para uma noitadinha. 
Só que a festa era bem alternativa e eu não sabia! 
Os amigos dele foram embora, e a gente curtiu muito. 
Lembro que nós estávamos andando para pegar alguma coisa - já de mãos dadas - e ele me puxou e me deu um beijo.
 Foi algo muito natural", recorda apaixonada. 
A atriz é só elogios ao companheiro de jornada. 
"Ele me trouxe pé no chão, tranquilidade de querer estar junto, temos os mesmos objetivos: querer ter um filho, construir nossa vidinha...". 
No passado, Camila admite que buscava a felicidade em coisas superficiais. 
"Depois que conheci o amor de verdade, a cumplicidade e a parceria acalmaram meu coração, minha alma". 
Essa paz pela relação por si só foi algo que jamais poderia imaginar. 
"Simplesmente acontece. Até pouco tempo relutei contra isso. Dizia que não era o que queria da vida. 
Mas posso viajar, fazer tudo isso com a pessoa que amo." 
 DESEJO DE SER MÃE 
Ao assistir às cenas de beijo da mulher na TV, Roberto usou algumas táticas. 
"Ele pegava o telefone, fechava o olho...
 Era esquisito, né? Nada além disso, Beto não é ciumento". 
O maior desejo de Camila é o de ser mãe e ela não esconde.
 "Estou deixando rolar". Em janeiro, a atriz começa a gravar a série Sem Volta, da Record,. 
"Estou muito empolgada, fui atrás desse projeto. Preciso agora de algo completamente diferente". 
Camila garante que a gravidez não será empecilho.
 "Sou desregulada, não sei se vai vir tão rápido como a gente gostaria. 
E, se vier, não vai prejudicar, não vou ter barriguinha", garante.

FONTE/CONTIGO
Ex-'Chiquititas', Giovanna Grigio estreia na Globo e fala de cenas de beijo com Arthur Aguiar: 
'Acho que serão tranquilas'
Por Rafaela Santos
 Giovanna Grigio, que foi a Mili em "Chiquititas", fará a sua estreia na Globo em "Êta mundo bom!", próxima novela das 18h. 
Na história de Walcyr Carrasco, ela será Gerusa, personagem que sofre de uma doença misteriosa.
 - Comecei a gravar no começo de dezembro.
 Ela é uma garota frágil e acaba superprotegida pela avó (papel de Ana Lúcia Torre). 
 A atriz será par de Arthur Aguiar, que interpretará Osório.
 Ela ainda não gravou as cenas românticas e de beijo:
 - Foi bom essas sequências não terem sido logo no início. 
Dá tempo para pegar o clima da novela. 
Acho que quando tiver que gravá-las serão tranquilas.
 Giovanna conta que já percebeu que alguns fãs de Arthur passaram a segui-la nas redes sociais e conta que está preparada para os comentários da legião de meninas que admiram o ator: 
- Já estou preparada, esperando pelo pior - brinca.
 A atriz de 17 anos também está acostumada com o assédio nas redes sociais. 
Só no Instagram, ela acumula mais de 980 mil seguidores.
 - Eu tenho noção que as pessoas têm curiosidade de saber sobre a minha vida.
 "Chiquititas" foi uma febre. Eu ainda acho estranho as pessoas me reconhecerem nas ruas, mas sou muito tranquila e não deixo de fazer nada. 
Geralmente, não me incomodo com os fãs pedindo fotos. 
Eles costumam ser muito respeitosos. 
Sou uma figura pública, mas também uma pessoa normal. Não vou parar de viver a minha vida.

FONTE/OGLOBO
Hassum quer perder mais peso e fala do incentivo da mulher 
Por Anna Luiza Santiago
Um ano depois de ser submetido a uma cirurgia bariátrica, Leandro Hassum está 54kg mais magro. 
Ele, que voltará a gravar a série "Chapa quente" em fevereiro, pretende perder mais peso:
 - Estou com 96kg. Se chegar a 90kg, vou ficar feliz da vida. 
Já me recuperei totalmente. O ator conta que a redução do estômago fez seus hábitos alimentares mudarem: 
 - A própria cirurgia dá o limite, você começa a perceber até onde pode ir. 
Sei que, se comer gordura, vou passar mal, então, busco satisfação em outros alimentos. 
Não como mais pizza, por exemplo, e não sinto falta.
 E também estou procurando atividades que me deem prazer, como o stand-up paddle.
 Pratico diariamente. Segundo Hassum, as transformações em sua rotina afetaram também a mulher, Karina.
Ela emagreceu 8kg: - Essas mudanças só são possíveis com o apoio da família. 
Karina e Pietra (sua filha) são minhas maiores incentivadoras. 
Agora, quando saio para jantar com minha mulher, dividimos o prato e a sobremesa.
 Uma garrafa de vinho dura três jantares em casa, pois não consigo beber muito. 
Paramos de comprar besteiras e nos alimentamos melhor.
 Vamos mais à praia, praticamos esportes juntos.
 Por isso, ela emagreceu. O ator, que no lançamento do filme "Até que a sorte nos separe 3" e no prêmio "Melhores do ano" do "Domingão do Faustão" chamou a atenção pelo bronzeado, brinca:
 - Eu esqueço o protetor solar, fico muito tempo na areia e na água. Sou burro mesmo.
 Quando me vi, parecia que estava com intoxicação alimentar depois de comer camarão.

FONTE/OGLOBO
Adriana Garambone e marido celebram chegada de Gael; casal teve filho com ajuda de barriga de aluguel 
Por Florença Mazza
Adriana Garambone acaba de chegar do Nepal. 
Mas a viagem não foi de turismo:
 Ela foi a Catmandu com um motivo para lá de especial: 
Buscar seu filho biológico, Gael, que completará um mês no sábado, 26.
 A atriz e o marido, o psicoterapeuta Arthur Papavero, juntos há nove anos, resolveram optar por uma gestação por substituição ou, em outras palavras, por uma barriga de aluguel. 
 Aos 45 anos, Adriana conta que eles tentavam há mais de cinco anos engravidar. 
Ela chegou a fazer mais de uma fertilização in vitro, perdeu o embrião duas vezes e já havia desistido de ter filhos quando soube, por meio de um amigo, que havia uma agência israelense especializadas em gestação por substituição. 
 - Eu conseguia formar os embriões, o problema era a fixação deles no útero. 
Aí, depois de resistir um pouco, assisti a uma palestra sobre o procedimento.
 Me senti muito segura e decidi fazer.
 Como não é permitida a saída de material genético do Brasil, Adriana teve que fazer tudo no Nepal. 
Esteve lá uma vez, para fazer a fertilização e implantar na barriga de uma mulher desconhecida, e voltaria somente para o parto, marcado inicialmente para 18 de dezembro. 
 Nos nove meses, ela teve de lidar com a ansiedade. 
Recebia, sempre atrávés da agência, exames do bebê e também da mulher que "hospedava" seu filho.
 - Tentei me desligar desse assunto e focar no trabalho (ela estava no ar em "Os Dez Mandamentos"). 
Guardei esse segredo o tempo todo, não contei nem para a família.
 Já era difícil administrar a minha ansiedade, imagina ter de lidar com a dos outros também. 
 Adriana e Arthur estavam com a viagem toda planejada para o início de dezembro.
 Até que, no fim do mês passado, receberam um telefonema informando que Gael nasceria em dois dias. 
Trocaram as passagens, correram ao máximo mas não chegaram a tempo do parto. 
 Adriana descreve a emoção ao desembarcar no Nepal e conhecer o filho - e a mulher que emprestou sua barriga para a gestação:
 - Nunca senti tanta gratidão na minha vida. 
Abracei aquela mulher e agradeci muito. 
E quando vi o rostinho do Gael chorei muito, é até difícil de explicar.
 A família chegou ao Brasil na semana passada e se prepara para passar o primeiro Natal na companhia do bebê. 
Adriana diz que Gael é bonzinho, calmo e que "o trabalho que dá não é nada" perto da alegria que está sentindo.  Estou apaixonada.

FONTE/OGLOBO